Archive for the ‘Seguro Automóvel’ Category

Importância do mediador de seguros, em especial no seguro automóvel

Saturday, June 5th, 2010

Programa “Nós Por Cá” na SIC:

http://videos.sapo.pt/sic/playview/82

“Ligue seis para outras opções…” Artigo de João Valente Martins

Sunday, January 31st, 2010

SEGURADORES TELEFÓNICOS VERSUS MEDIADORES 

“Ligue seis para outras opções…” 

Há alguns anos atrás surgiram no mercado seguradores que operavam exclusivamente através do telefone comercializando seguros automóvel, garantindo serviço de qualidade e prémios extremamente competitivos. É fácil contratar por telefone, relativamente rápido e é um modo de contratação eficiente. 

Os seguradores telefónicos têm custos de operação reduzidos, estão focalizados num determinado segmento de mercado, conseguindo assim “bater” a concorrência em termos de valor de prémio praticado. Estaríamos assim perante uma “solução milagrosa” obtendo-se um valor de prémio mais baixo, ganhando assim também o consumidor. É bem verdade que o “preço” é um elemento essencial, sendo que a qualidade do produto que é vendido também dever ser. 

Quem melhor que um mediador de seguros para ouvir atentamente o cliente, perceber e avaliar as reais necessidades do mesmo, aconselhar o produto mais adequado e esclarecer com todos os detalhes o consumidor? Quem conhece melhor o cliente? O mediador que travou conhecimento com o cliente há 10, 20 ou 30 anos? Ou um qualquer operador de call center? E em caso de sinistro? Quem está sempre disponível para receber a nossa participação de sinistro? Mesmo fora de horas? Mesmo aos fins de semana? O mediador ou um gestor de uma qualquer empresa de gestão de sinistros subcontratada pelo segurador telefónico? 

Sem dúvida alguma que um mediador de seguros, seja ele individual ou uma sociedade de mediação é a entidade mais indicada para se contratar um seguro. Pela experiência, saber, disponibilidade e conhecimento dos produtos comercializados. O mediador está sempre presente em todos os momentos da vigência e um contrato de seguro, aconselhando o melhor produto, cobrando o respectivo prémio e ajudando a resolver quando ocorre o sinistro. O mediador está sempre lá, quando é preciso. O cliente conhece o mediador pessoalmente, não é uma voz desconhecida que se houve do outro lado do telefone. 

Resta-nos ainda desmistificar a questão “valor do prémio” que os seguradores telefónicos praticam. O montante do prémio neste caso está directamente relacionado com a qualidade do produto e do serviço, estabelecendo-se uma relação de proporcionalidade. No caso dos operadores telefónicos de seguros, o preço é baixo e a qualidade do produto e do serviço não é das melhores. Por outro lado, o prémio do produto sugerido e aconselhado pelo mediador é um pouco mais elevado sem dúvida, mas a esse produto está associado uma qualidade de serviço claramente superior, que reconhecemos de imediato quando temos um sinistro. 

Termino com uma questão. Quando temos um sinistro, o que precisamos? Um serviço de qualidade superior, disponível e personalizado, ou de uma voz gravada que nos diz: “Ligue seis para outras opções?” 


JURISPRUDÊNCIA
 

Matéria cada vez mais tratada pela Jurisprudência o dano biológico assume uma importância crescente no âmbito das indemnizações a liquidar pelos seguradores aos lesados. Pela sua importância e actualidade, transcrevemos o sumário deste recente Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, sobre esta matéria. 

“1. O denominado dano biológico provocado no lesado num acidente de viação, é o dano in natura por ele sofrido, cuja repercussão o atinge quer em termos patrimoniais quer não patrimoniais.

2. Na incapacidade permanente parcial para o trabalho, o que o lesado perde é parte da sua capacidade para o trabalho.

3. É essa capacidade diminuída para o trabalho que é indemnizável, a apurar da mesma forma, independentemente de o lesado perder ou não rendimentos do trabalho, embora, neste último caso, se imponha, em termos de equidade, uma redução do montante a fixar.

4. Sendo a força de trabalho diminuída que se indemniza, deve atender-se ao tempo provável de vida activa do lesado cujo termo, actualmente, se deve considerar ser aos 70 anos.” 

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 17.12.2009 – Processo n.º 340/03.7TBPNH.C1.S1 acessível in www.dgsi.pt

Artigo de João Valente Martins (www.joaovalentemartins.com)


NOTA: os sublinhados são nossos (seguramente.pt)

Crédito Automóvel (nova oferta)

Saturday, February 28th, 2009

 Crédito Automóvel - Simulação
– Destinado a particulares, profissionais liberais, empresas e empresários em nome individual (ENI).
– Financiamento à aquisição de veículos novos e usados
– Prazo mínimo 15 meses; máximo 120 meses (Prazo + Ano veículo = 15 anos)

PROMOÇÃO ACTUAL:

– 3 primeiros meses taxa 0% e carência de capital (prazo máximo 87 meses)
– 3 primeiras prestações: 0 € (prazo máximo 87 meses)
– Taxa de juro mais favorável com subscrição simultânea de Seguro Automóvel (simule aqui)

Simulação Crédito Automóvel AQUI

Seguramente mencionada na Automagazine de 05-03-2008

Wednesday, March 12th, 2008


Gostávamos de ressalvar que a Seguramente.pt é uma mediadora que trabalha com várias seguradoras e não uma seguradora em si, e que continuamos a acreditar que o relacionamento pessoal e o facto de haver uma pessoa responsável pelos seguros de cada cliente continuam a ser as melhores formas de gerir a relação do cliente com os seus seguros, seja na contratação seja no apoio em caso de sinistro.

Seguro Automóvel – 12 Perguntas / 12 Respostas – #12

Wednesday, February 6th, 2008

O QUE É, E PARA QUE SERVE, O FUNDO DE GARANTIA AUTOMÓVEL?

– O Fundo de Garantia Automóvel (FGA) é uma entidade autónoma gerida pelo Instituto de Seguros de Portugal.

– Este fundo garante o pagamento das indemnizações devidas por morte, lesões corporais e/ou materiais decorrentes de acidentes de viação causados por veículos que não tenham o seguro obrigatório válido ou eficaz à data do acidente e desde que seja feita prova da responsabilidade dos condutores desses veículos.

– Relativamente às lesões materiais, o Fundo de Garantia Automóvel só responde caso o responsável pelo acidente seja conhecido ou, sendo desconhecido, deva o Fundo satisfazer uma indemnização por danos corporais significativos, ou tenha o veículo causador do acidente sido abandonado no local do acidente, não beneficiando de seguro válido e eficaz, e a autoridade policial haja efectuado o respectivo auto de notícia, confirmando a presença do veículo no local do acidente.

– Para o caso mencionado no parágrafo anterior, consideram-se danos corporais significativos a lesão corporal que determine morte ou internamento hospitalar igual ou superior a sete dias, ou incapacidade temporária absoluta por período igual ou superior a 60 dias, ou incapacidade parcial permanente igual ou superior a 15%.

– Os responsáveis pelos danos indemnizados pelo Fundo de Garantia Automóvel ficam obrigados a reembolsar esta entidade, com juros, dos montantes gastos.

Fonte: Instituto de Seguros de Portugal – Guia Prático de Seguro Automóvel 2007

Seguro Automóvel – 12 Perguntas / 12 Respostas – #11

Wednesday, January 30th, 2008

O QUE É UMA PERDA TOTAL?

– Existe perda total quando, em vez da reparação do veículo, deva ser paga uma indemnização em dinheiro. Tal ocorrerá, entre outras situações, sempre que não seja possível a reparação, ou quando se constate que o valor estimado para a reparação dos danos sofridos, adicionado ao valor do salvado, ultrapassa 100% ou 120% do valor do veículo imediatamente antes do sinistro, consoante se trate respectivamente de um veículo com menos ou mais de 2 anos.

Fonte: Instituto de Seguros de Portugal – Guia Prático de Seguro Automóvel 2007

Seguro Automóvel – 12 Perguntas / 12 Respostas – #10

Saturday, January 26th, 2008

O SEGURO TRANSMITE-SE COM A VENDA DO VEÍCULO?

– O seguro não se transmite. Caduca às 24 horas do dia da venda, pelo que o novo proprietário deve celebrar outro contrato de seguro. Por esse motivo, o tomador de seguro deve comunicar imediatamente, por escrito, à sua seguradora a venda do veículo.

– No caso de pretender efectuar a substituíção do veículo por outro aproveitando a mesma apólice, o tomador deve solicitar a suspensão dos efeitos do contrato, a qual terá efeito até um máximo de 120 dias a contar da data do pedido de suspensão.

Fonte: Instituto de Seguros de Portugal – Guia Prático de Seguro Automóvel 2007

Seguro Automóvel – 12 Perguntas / 12 Respostas – #9

Wednesday, January 23rd, 2008

QUAIS AS OBRIGAçÕES DA SEGURADORA NA GESTÃO DE SINISTROS?

– Após ter conhecimento de um sinistro de que resultem exclusivamente danos materiais, a seguradora tem 2 dias úteis para proceder ao primeiro contacto, com vista à marcação das peritagens. Depois, num prazo máximo de 30 dias úteis, a seguradora deve comunicar ao tomador de seguro ou segurado e ao terceiro lesado a sua decisão sobre o assunto, através de uma proposta razoável de indemnização ou de uma resposta de recusa fundamentada. No caso de haver Declaração Amigável de Acidente Automóvel esse prazo será de 15 dias.

– Nos sinistros de que resultem danos corporais os prazos para a sua regularização são alargados, ficando a contagem final dependente da data em que se verificou a alta clínica e o dano se tornou totalmente quantificável.

Fonte: Instituto de Seguros de Portugal – Guia Prático de Seguro Automóvel 2007

Seguro Automóvel – 12 Perguntas / 12 Respostas – #8

Tuesday, January 22nd, 2008

E SE UM DOS CONDUTORES NÃO TIVER SEGURO?

– Se algum dos condutores envolvidos num acidente não exibir documentos comprovativos do contrato de seguro, os outros intervenientes devem, de imediato, solicitar a presença das autoridades policiais, sem prejuízo de recolherem a identificação da matrícula e do condutor, bem como as demais informações necessárias à regularização do sinistro. Podem, também, consultar o site do ISP (www.isp.pt) ou pedir a intervenção do Departamento de Atendimento do ISP para localizar a seguradora a partir da matrícula, ou recorrer ao Fundo de Garantia Automóvel caso não exista seguro válido.

Fonte: Instituto de Seguros de Portugal – Guia Prático de Seguro Automóvel 2007

Seguro Automóvel – 12 Perguntas / 12 Respostas – #7

Thursday, January 17th, 2008

O LESADO PODE EXIGIR UM VEICULO DE SUBSTITUIÇÃO?

– Verificando-se a imobilização do veículo sinistrado, o lesado tem direito a um veículo de substituição de características semelhantes, a partir da data em que a seguradora assuma a responsabilidade exclusiva pelo ressarcimento dos danos resultantes do acidente.

Fonte: Instituto de Seguros de Portugal – Guia Prático de Seguro Automóvel 2007