Seguros de Multiriscos: valores, por metro quadrado, do preço da construção da habitação para 2013

October 31st, 2012

O Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, através da Portaria 358/2012, de 31 de outubro, veio estabelecer os novos valores (que sofreram aumentos face aos de 2012), por metro quadrado, do preço da construção da habitação para vigorarem no ano de 2013, passando a:

Zona I: 793,21 € – representando um aumento de € 25,79 por m2 (€ 767,42 / 2012);
Zona II: 693,38 € – representando um aumento de € 22,54 por m2 (€ 670,84 / 2012);
Zona III: 628,19 € – representando um aumento de € 20,42 por m2 (€ 607,77 / 2012). 

Zona I: compreende os todos os concelhos que são sede de distrito (Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu) e também os concelhos de Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Gondomar, Loures, Maia, Matosinhos, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Póvoa de Varzim, Seixal, Sintra, Valongo, Vila do Conde, Vila Franca de Xira e Vila Nova de Gaia.

Zona II: compreende os concelhos de Abrantes, Albufeira, Alenquer, Caldas da Rainha, Chaves, Covilhã, Elvas, Entroncamento, Espinho, Estremoz, Figueira da Foz, Guimarães, Ílhavo, Lagos, Loulé, Olhão, Palmela, Peniche, Peso da Régua, Portimão, Santiago do Cacém, São João da Madeira, Sesimbra, Silves, Sines, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Vila Real de Santo António e Vizela.

Zona III: compreende os restantes concelhos do continente. 

Os valores, por metro quadrado, do preço da construção da habitação referidos são relevantes, entre outros, para efeito de determinação e fixação do capital a garantir no âmbito de vários contratos de seguros, designadamente no de multirriscos-habitação, contanto que o capital seguro do imóvel deverá corresponder sempre ao custo da respetiva reconstrução, com exceção do valor dos terrenos em que o mesmo está implantado, porque imperecíveis, cabendo ao tomador – e, por maioria de razão, no quadro da prestação de um serviço de excelência, ao seu mediador – a correspondente avaliação inicial.

 O valor do capital seguro para edifícios deverá, assim, corresponder ao custo de mercado da respetiva reconstrução, tendo em conta o tipo de construção ou outros fatores que possam influenciar esse custo, ou ao valor matricial no caso de edifícios para expropriação ou demolição. À exceção do valor dos terrenos, todos os elementos devem ser tomados em consideração para a determinação do capital seguro, incluindo o valor proporcional das partes comuns.

 Também se informa que os valores fixados pelas Portarias para os diferentes anos não têm caráter obrigatório e vinculativo, sendo utilizados pelas seguradoras para o cálculo do capital a segurar porque, regra geral, correspondem aos praticados pelos construtores para prédios e vivendas de qualidade média, podendo ser mais elevados (ex. construções de luxo) ou mais reduzidos (ex. armazéns ou pavilhões industriais), pelo que haverá que ter em consideração tais fatores.

 Resta acrescentar, finalmente, que no tocante à atualização do capital seguro, esta atualização também é da exclusiva responsabilidade do tomador do seguro, não podendo o segurador, de sua livre iniciativa, proceder a essa alteração. O tomador do seguro poderá optar por dois tipos de atualização do capital seguro:

  • Atualização Convencionada: O capital seguro é anual e automaticamente atualizado pela aplicação da percentagem indicada para esse efeito pelo tomador do seguro;
  • Atualização Indexada: O capital seguro é anual e automaticamente atualizado de acordo com as variações dos índices IE (edifícios), IRH (recheio) ou IRHE (recheio e edifício), publicados pelo Instituto de Seguros de Portugal para cada trimestre do ano civil

“PMEville”: a SEGURAMENTE.PT no Jornal OJE de 22 de Maio de 2012

June 6th, 2012

Texto sobre a relação entre as PME e os seguros

Preços por m2 de área útil de (re)construção para o ano de 2012 (portaria 291/2011 de 4 de Novembro):

February 16th, 2012

Zona I – 767.42 €
Zona II – 670.84 €
Zona III – 607.77 €

Zona I: compreende os concelhos sede de distrito e concelhos de Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Gondomar, Loures, Maia, Matosinhos, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Póvoa de Varzim, Seixal, Sintra, Valongo, Vila do Conde, Vila Franca de Xira e Vila Nova de Gaia.

Zona II: compreende os concelhos de Abrantes, Albufeira, Alenquer, Caldas da Rainha, Chaves, Covilhã, Elvas, Entroncamento, Espinho, Estremoz, Figueira da Foz, Guimarães, Ílhavo, Lagos, Loulé, Olhão, Palmela, Peniche, Peso da Régua, Portimão, Santiago do Cacém, São João da Madeira, Sesimbra, Silves, Sines, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Vila Real de Santo António e Vizela.

Zona III: compreende os restantes concelhos do continente.

Mais se acrescenta que os valores, por metro quadrado, do preço da construção da habitação supra referidos são relevantes, entre outros, para efeito de determinação e fixação do capital a garantir no âmbito de vários contratos de seguros, designadamente no de multirriscos-habitação, contanto que o capital seguro do imóvel deverá corresponder sempre ao custo da respectiva reconstrução, com excepção do valor dos terrenos em que o mesmo está implantado, porque imperecíveis, cabendo ao tomador – e, por maioria de razão, no quadro da prestação de um serviço de excelência, ao seu mediador – a correspondente avaliação inicial.

O valor do capital seguro para edifícios deverá, assim, corresponder ao custo de mercado da respectiva reconstrução, tendo em conta o tipo de construção ou outros factores que possam influenciar esse custo, ou ao valor matricial no caso de edifícios para expropriação ou demolição. À excepção do valor dos terrenos, todos os elementos devem ser tomados em consideração para a determinação do capital seguro, incluindo o valor proporcional das partes comuns.

Também se informa que os valores fixados pelas Portarias para os diferentes anos não têm carácter obrigatório, sendo utilizados pelas seguradoras para o cálculo do capital a segurar porque, regra geral, correspondem aos praticados pelos construtores para prédios e vivendas de qualidade média, podendo ser mais elevados (ex. construções de luxo) ou mais reduzidos (ex. armazéns ou pavilhões industriais), pelo que haverá que ter em consideração tais factores.

Resta acrescentar, finalmente, que no tocante à actualização do capital seguro, esta actualização também é da exclusiva responsabilidade do tomador do seguro, não podendo o segurador, de sua livre iniciativa, proceder a essa alteração. O tomador do seguro poderá optar por dois tipos de actualização do capital seguro:

§ Actualização Convencionada: o capital seguro é anual e automaticamente actualizado pela aplicação da percentagem indicada para esse efeito pelo tomador do seguro;

§ Actualização Indexada: o capital seguro é anual e automaticamente actualizado de acordo com as variações dos índices IE (edifícios), IRH (recheio) ou IRHE (recheio e edifício), publicados pelo Instituto de Seguros de Portugal.

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Seguro de Responsaqbilidade Civil Profissional para empresas de Tecnologias da Informação

February 15th, 2012

PME PORTUGUESAS MAIS ATENTAS A CONSULTORES DE TI
“Um estudo promovido pela seguradora Hiscox concluiu que as pequenas e médias empresas (PME) portuguesas não gostam de trabalhar com fornecedores tecnológicos que não ofereçam critérios de fiabilidade e segurança. Segundo a pesquisa da Hiscox, na hora de escolher uma consultora para a área tecnológica, as PME portuguesas dão atenção, em primeiro lugar, ao preço do serviço (54%), depois à experiência do fornecedor (42%), à recomendação (34%) e ao prestígio (34%). O estudo confirmou ainda que é cada vez mais relevante para as empresas contratantes a subscrição, por parte de empresas de TI, de um seguro de responsabilidade civil profissional.
A área da Informática e Tecnologias representa, actualmente, 73% dos serviços de consultoria mais requisitados pelas pequenas e médias empresas das PME inquiridas pela Hiscox, 30% prevêem vir a contratar os serviços de uma empresa de TI no futuro. No entanto, 10% dos inquiridos que trabalharam com consultoras no passado não ficaram “nada satisfeitos” com os serviços prestados. A principal razão do descontentamento prendeu-se com a derrapagem no cumprimento de prazos, um risco potencial coberto no seguro de responsabilidade civil profissional. Daí que 85% das companhias consultadas tenham afirmado que mais facilmente contratariam um serviço de TI se este oferecesse garantias, nomeadamente um seguro de responsabilidade civil profissional.”

JORNAL OJE 20/12/2011

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Cliente da Seguramente.pt faz viagem Cabo da Roca – Cabo Norte na Noruega

September 7th, 2011

Cape to Cape
Ricardo Oitavén foi o 1º cliente online da Seguramente, já lá vão muitos anos.
Acabou de realizar esta viagem épica, a solo, e de mota. Homem e máquina foram seguros através da Seguramente:
Além de viajante corajoso, o Ricardo é CEO da Open Solutions, empresa de vanguarda nas tecnologias de informação: www.opensolutions.pt
Visite o site e confirme!

Seguro de Vida

June 19th, 2011

Novo simulador com 2 novas opções: Doenças Graves (Best Doctors) e Desemprego.
O que poupa no Seguro de Vida pode ser mais do que suficiente para ficar altamente protegido.
E a sua família também.
Simule em menos de 5 minutos. Deixe o resto connosco.

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Mudança de sede e balanço da actividade até Junho de 2011

June 13th, 2011

Mudámos de sede e aproveitámos para fazer um pequeno video home-made com um pequeno balanço desta “aventura” cada vez mais intensa, exigente e motivo de grande satisfação.

Lei 18/2011, que regulamenta os motociclos históricos

May 18th, 2011

Cria o regime jurídico da declaração de conformidade do motociclo histórico:

Link para a lei

Seguramente TV !

May 11th, 2011

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Seguramente TV

Seguramente com posição de destaque em concurso da seguradora MetLife

May 10th, 2011


Seguramente fica em 4º lugar (GOLD) num concurso de perto de 100 parceiros da seguradora MetLife.

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