Archive for the ‘Seguro Habitação’ Category

Novos Seguros de Vida Crédito Habitação – Simulador

Tuesday, May 24th, 2016

Acabámos de renovar a nossa oferta em Seguros de Vida para Crédito Habitação.
Existem novos planos de coberturas e duas campanhas a decorrer de momento.
Ao usar o nosso simulador, vai encontrar soluções para Morte + Invalidez Absoluta e Definitiva, e Morte + Invalidez Total e Permanente.
Desde 2009 que é livre de fazer os Seguros de Vida e Multiriscos associados ao seu crédito habitação onde encontrar melhores condições.
Simule ou contacte-nos, dizemos-lhe como.

www.seguramente.pt

Seguros de Multiriscos: valores, por metro quadrado, do preço da construção da habitação para 2014

Thursday, January 2nd, 2014

O Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, através da Portaria 353/2013, de 4 de dezembro, veio estabelecer os novos valores (que sofreram aumentos face aos de 2013), por metro quadrado, do preço da construção da habitação para vigorarem no ano de 2014, passando a:

Zona I: € 801,06 – representando um aumento de € 7,85 por m2 (€ 793,21 / 2013);
Zona II: € 700,24 – representando um aumento de € 6,86 por m2 (€ 693,38 / 2013);
Zona III: € 634,41 – representando um aumento de € 6,22 por m2 (€ 628,19 / 2013).

Igualmente se informa que, nos termos do diploma legal citado, a Zona I compreende os todos os concelhos que são sede de distrito (Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu), municípios das Regiões Autónomas (*) (**) e também os concelhos de Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Gondomar, Loures, Maia, Matosinhos, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Póvoa de Varzim, Seixal, Sintra, Valongo, Vila do Conde, Vila Franca de Xira e Vila Nova de Gaia.

A Zona II compreende os concelhos de Abrantes, Albufeira, Alenquer, Caldas da Rainha, Chaves, Covilhã, Elvas, Entroncamento, Espinho, Estremoz, Figueira da Foz, Guimarães, Ílhavo, Lagos, Loulé, Olhão, Palmela, Peniche, Peso da Régua, Portimão, Santiago do Cacém, São João da Madeira, Sesimbra, Silves, Sines, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Vila Real de Santo António e Vizela.

E por último, a Zona III compreende os restantes concelhos do continente.

Mais se acrescenta que os valores, por metro quadrado, do preço da construção da habitação supra referidos são relevantes, entre outros, para efeito de determinação e fixação do capital a garantir no âmbito de vários contratos de seguros, designadamente no de multirriscos-habitação, contanto que o capital seguro do imóvel deverá corresponder sempre ao custo da respetiva reconstrução, com exceção do valor dos terrenos em que o mesmo está implantado, porque imperecíveis, cabendo ao tomador – e, por maioria de razão, no quadro da prestação de um serviço de excelência, ao seu mediador – a correspondente avaliação inicial.

O valor do capital seguro para edifícios deverá, assim, corresponder ao custo de mercado da respetiva reconstrução, tendo em conta o tipo de construção ou outros fatores que possam influenciar esse custo, ou ao valor matricial no caso de edifícios para expropriação ou demolição. À exceção do valor dos terrenos, todos os elementos devem ser tomados em consideração para a determinação do capital seguro, incluindo o valor proporcional das partes comuns.

Também se informa que os valores fixados pelas Portarias para os diferentes anos não têm caráter obrigatório e vinculativo, sendo utilizados pelas seguradoras para o cálculo do capital a segurar porque, regra geral, correspondem aos praticados pelos construtores para prédios e vivendas de qualidade média, podendo ser mais elevados (ex. construções de luxo) ou mais reduzidos (ex. armazéns ou pavilhões industriais), pelo que haverá que ter em consideração tais fatores.

Resta acrescentar, finalmente, que no tocante à atualização do capital seguro, esta atualização também é da exclusiva responsabilidade do tomador do seguro, não podendo o segurador, de sua livre iniciativa, proceder a essa alteração. O tomador do seguro poderá optar por dois tipos de atualização do capital seguro:

§  Atualização Convencionada: O capital seguro é anual e automaticamente atualizado pela aplicação da percentagem indicada para esse efeito pelo tomador do seguro;

§  Atualização Indexada: O capital seguro é anual e automaticamente atualizado de acordo com as variações dos índices IE (edifícios), IRH (recheio) ou IRHE (recheio e edifício), publicados pelo Instituto de Seguros de Portugal para cada trimestre do ano civil.

(*) Arquipélago da Madeira: Calheta, Câmara de Lobos, Funchal, Machico, Ponta do Sol, Porto Moniz, Porto Santo, Ribeira Brava, Santa Cruz, Santana e São Vicente.

(**) Arquipélago dos Açores: Na ilha de São Miguel estão os seguintes municípios: Lagoa, Nordeste, Povoação, Ribeira Grande, Vila Franca do Campo e Ponta Delgada; Na ilha do Pico estão os seguintes municípios: Lajes do Pico, Madalena do Pico e São Roque do Pico; Na ilha de São Jorge estão os seguintes municípios: Velas e Calheta; Na ilha das Flores estão os seguintes municípios: Santa Cruz das Flores e das Lajes das Flores; Na ilha Terceira estão os seguintes municípios: Praia da Vitória e de Angra do Heroísmo; Na ilha Graciosa estão os seguintes municípios: Santa Cruz da Graciosa; Na ilha do Faial está o município da Horta; Na ilha de Santa Maria está o município de Vila do Porto; Na ilha do Corvo está o município do Corvo).

APROVEITE PARA SIMULAR E ACTUALIZAR AS CONDIÇÕES DOS SEUS SEGUROS MULTIRISCOS:

SIMULAÇÃO SEGURO MULTIRISCOS HABITAÇÃO
SIMULAÇÃO SEGURO MULTIRISCOS CONDOMÍNIO
SIMULAÇÃO SEGURO MULTIRISCOS COMÉRCIO / ESTABELECIMENTO

Seguro de Vida Crédito Habitação: oferta 2 mensalidades

Tuesday, July 23rd, 2013

CAMPANHA DE VERÃO: para apólices emitidas até 30 de Agosto, serão oferecidas as mensalidades de Dezembro de 2013 e Janeiro de 2014.

Desde a entrada em vigor do decreto lei 220/2009 que é livre de fazer ou transferir os seguros associados ao(s) seu(s) crédito(s), habitação ou outros, para onde encontrar melhores condições.

Se pretende poupar até 50% com o custo desses seguros sugerimos que faça uma simulação, pois é o ponto de partida.

Seguro Vida Crédito Habitação: Campanha de Verão

A SEGURAMENTE, tal o sucesso que estas transferências têm tido, acabou por especializar-se neste tipo de operações.

Fique tranquilo, tratamos de todo o processo e damos todo o acompanhamento, incluindo tratar directamente com o seu gestor de conta, quando ou se for necessário.

Em 90% dos casos, além de ficar a pagar quase metade do que pagava, ainda consegue melhorar as coberturas.

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Em 90% dos casos, além de ficar a pagar quase metade do que pagava, ainda consegue melhorar as coberturas
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Reduza a prestação mensal dos seus créditos através do Seguro de Vida

Monday, April 15th, 2013

Desde 2009, com a entrada em vigor do Decreto-Lei nº 222/2009 que pode contratar os seguros associados ao(s) seu(s) crédito onde encontrar melhores condições.
É o que têm feito centenas de clientes que nos têm contactado com esse fim, sendo surpreendidos com poupanças que já chegaram aos 60%.
“Perca” um minuto a preencher os dados do seu seguro, e comece já a poupar: SIMULAÇÃO SEGURO VIDA CRÉDITO

Seguros de Multiriscos: valores, por metro quadrado, do preço da construção da habitação para 2013

Wednesday, October 31st, 2012

O Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, através da Portaria 358/2012, de 31 de outubro, veio estabelecer os novos valores (que sofreram aumentos face aos de 2012), por metro quadrado, do preço da construção da habitação para vigorarem no ano de 2013, passando a:

Zona I: 793,21 € – representando um aumento de € 25,79 por m2 (€ 767,42 / 2012);
Zona II: 693,38 € – representando um aumento de € 22,54 por m2 (€ 670,84 / 2012);
Zona III: 628,19 € – representando um aumento de € 20,42 por m2 (€ 607,77 / 2012). 

Zona I: compreende os todos os concelhos que são sede de distrito (Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu) e também os concelhos de Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Gondomar, Loures, Maia, Matosinhos, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Póvoa de Varzim, Seixal, Sintra, Valongo, Vila do Conde, Vila Franca de Xira e Vila Nova de Gaia.

Zona II: compreende os concelhos de Abrantes, Albufeira, Alenquer, Caldas da Rainha, Chaves, Covilhã, Elvas, Entroncamento, Espinho, Estremoz, Figueira da Foz, Guimarães, Ílhavo, Lagos, Loulé, Olhão, Palmela, Peniche, Peso da Régua, Portimão, Santiago do Cacém, São João da Madeira, Sesimbra, Silves, Sines, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Vila Real de Santo António e Vizela.

Zona III: compreende os restantes concelhos do continente. 

Os valores, por metro quadrado, do preço da construção da habitação referidos são relevantes, entre outros, para efeito de determinação e fixação do capital a garantir no âmbito de vários contratos de seguros, designadamente no de multirriscos-habitação, contanto que o capital seguro do imóvel deverá corresponder sempre ao custo da respetiva reconstrução, com exceção do valor dos terrenos em que o mesmo está implantado, porque imperecíveis, cabendo ao tomador – e, por maioria de razão, no quadro da prestação de um serviço de excelência, ao seu mediador – a correspondente avaliação inicial.

 O valor do capital seguro para edifícios deverá, assim, corresponder ao custo de mercado da respetiva reconstrução, tendo em conta o tipo de construção ou outros fatores que possam influenciar esse custo, ou ao valor matricial no caso de edifícios para expropriação ou demolição. À exceção do valor dos terrenos, todos os elementos devem ser tomados em consideração para a determinação do capital seguro, incluindo o valor proporcional das partes comuns.

 Também se informa que os valores fixados pelas Portarias para os diferentes anos não têm caráter obrigatório e vinculativo, sendo utilizados pelas seguradoras para o cálculo do capital a segurar porque, regra geral, correspondem aos praticados pelos construtores para prédios e vivendas de qualidade média, podendo ser mais elevados (ex. construções de luxo) ou mais reduzidos (ex. armazéns ou pavilhões industriais), pelo que haverá que ter em consideração tais fatores.

 Resta acrescentar, finalmente, que no tocante à atualização do capital seguro, esta atualização também é da exclusiva responsabilidade do tomador do seguro, não podendo o segurador, de sua livre iniciativa, proceder a essa alteração. O tomador do seguro poderá optar por dois tipos de atualização do capital seguro:

  • Atualização Convencionada: O capital seguro é anual e automaticamente atualizado pela aplicação da percentagem indicada para esse efeito pelo tomador do seguro;
  • Atualização Indexada: O capital seguro é anual e automaticamente atualizado de acordo com as variações dos índices IE (edifícios), IRH (recheio) ou IRHE (recheio e edifício), publicados pelo Instituto de Seguros de Portugal para cada trimestre do ano civil

Preços por m2 de área útil de (re)construção para o ano de 2012 (portaria 291/2011 de 4 de Novembro):

Thursday, February 16th, 2012

Zona I – 767.42 €
Zona II – 670.84 €
Zona III – 607.77 €

Zona I: compreende os concelhos sede de distrito e concelhos de Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Gondomar, Loures, Maia, Matosinhos, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Póvoa de Varzim, Seixal, Sintra, Valongo, Vila do Conde, Vila Franca de Xira e Vila Nova de Gaia.

Zona II: compreende os concelhos de Abrantes, Albufeira, Alenquer, Caldas da Rainha, Chaves, Covilhã, Elvas, Entroncamento, Espinho, Estremoz, Figueira da Foz, Guimarães, Ílhavo, Lagos, Loulé, Olhão, Palmela, Peniche, Peso da Régua, Portimão, Santiago do Cacém, São João da Madeira, Sesimbra, Silves, Sines, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Vila Real de Santo António e Vizela.

Zona III: compreende os restantes concelhos do continente.

Mais se acrescenta que os valores, por metro quadrado, do preço da construção da habitação supra referidos são relevantes, entre outros, para efeito de determinação e fixação do capital a garantir no âmbito de vários contratos de seguros, designadamente no de multirriscos-habitação, contanto que o capital seguro do imóvel deverá corresponder sempre ao custo da respectiva reconstrução, com excepção do valor dos terrenos em que o mesmo está implantado, porque imperecíveis, cabendo ao tomador – e, por maioria de razão, no quadro da prestação de um serviço de excelência, ao seu mediador – a correspondente avaliação inicial.

O valor do capital seguro para edifícios deverá, assim, corresponder ao custo de mercado da respectiva reconstrução, tendo em conta o tipo de construção ou outros factores que possam influenciar esse custo, ou ao valor matricial no caso de edifícios para expropriação ou demolição. À excepção do valor dos terrenos, todos os elementos devem ser tomados em consideração para a determinação do capital seguro, incluindo o valor proporcional das partes comuns.

Também se informa que os valores fixados pelas Portarias para os diferentes anos não têm carácter obrigatório, sendo utilizados pelas seguradoras para o cálculo do capital a segurar porque, regra geral, correspondem aos praticados pelos construtores para prédios e vivendas de qualidade média, podendo ser mais elevados (ex. construções de luxo) ou mais reduzidos (ex. armazéns ou pavilhões industriais), pelo que haverá que ter em consideração tais factores.

Resta acrescentar, finalmente, que no tocante à actualização do capital seguro, esta actualização também é da exclusiva responsabilidade do tomador do seguro, não podendo o segurador, de sua livre iniciativa, proceder a essa alteração. O tomador do seguro poderá optar por dois tipos de actualização do capital seguro:

§ Actualização Convencionada: o capital seguro é anual e automaticamente actualizado pela aplicação da percentagem indicada para esse efeito pelo tomador do seguro;

§ Actualização Indexada: o capital seguro é anual e automaticamente actualizado de acordo com as variações dos índices IE (edifícios), IRH (recheio) ou IRHE (recheio e edifício), publicados pelo Instituto de Seguros de Portugal.

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Preços por m2 de área útil de (re)construção para o ano de 2011 (portaria 1172/2010 de 10 de Novembro):

Wednesday, November 10th, 2010


Zona I
– 743.70 €
Zona II – 650.10 €
Zona III – 588.98 €

Zona I:
Sedes de distrito e Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Gondomar, Loures, Maia, Matosinhos, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Póvoa do Varzim, Seixal, Sintra, Valongo, Vila do Conde, Vila Franca de Xira e Vila Nova de Gaia.

Zona II:

Abrantes, Albufeira, Alenquer, Caldas da Rainha, Chaves, Covilhã,Elvas, Entroncamento, Espinho, Estremoz, Figueira da Foz, Guimarães,Ílhavo, Lagos, Loulé, Olhão, Palmela, Peniche, Peso da Régua, Portimão, Santiago do Cacém, São João da Madeira, Sesimbra, Silves, Sines, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Vila Real de Santo António e Vizela.

Zona III:

Restantes concelhos do continente.


 Estes valores têm influência para as simulações de Seguros de

 

 

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“Ligue seis para outras opções…” Artigo de João Valente Martins

Sunday, January 31st, 2010

SEGURADORES TELEFÓNICOS VERSUS MEDIADORES 

“Ligue seis para outras opções…” 

Há alguns anos atrás surgiram no mercado seguradores que operavam exclusivamente através do telefone comercializando seguros automóvel, garantindo serviço de qualidade e prémios extremamente competitivos. É fácil contratar por telefone, relativamente rápido e é um modo de contratação eficiente. 

Os seguradores telefónicos têm custos de operação reduzidos, estão focalizados num determinado segmento de mercado, conseguindo assim “bater” a concorrência em termos de valor de prémio praticado. Estaríamos assim perante uma “solução milagrosa” obtendo-se um valor de prémio mais baixo, ganhando assim também o consumidor. É bem verdade que o “preço” é um elemento essencial, sendo que a qualidade do produto que é vendido também dever ser. 

Quem melhor que um mediador de seguros para ouvir atentamente o cliente, perceber e avaliar as reais necessidades do mesmo, aconselhar o produto mais adequado e esclarecer com todos os detalhes o consumidor? Quem conhece melhor o cliente? O mediador que travou conhecimento com o cliente há 10, 20 ou 30 anos? Ou um qualquer operador de call center? E em caso de sinistro? Quem está sempre disponível para receber a nossa participação de sinistro? Mesmo fora de horas? Mesmo aos fins de semana? O mediador ou um gestor de uma qualquer empresa de gestão de sinistros subcontratada pelo segurador telefónico? 

Sem dúvida alguma que um mediador de seguros, seja ele individual ou uma sociedade de mediação é a entidade mais indicada para se contratar um seguro. Pela experiência, saber, disponibilidade e conhecimento dos produtos comercializados. O mediador está sempre presente em todos os momentos da vigência e um contrato de seguro, aconselhando o melhor produto, cobrando o respectivo prémio e ajudando a resolver quando ocorre o sinistro. O mediador está sempre lá, quando é preciso. O cliente conhece o mediador pessoalmente, não é uma voz desconhecida que se houve do outro lado do telefone. 

Resta-nos ainda desmistificar a questão “valor do prémio” que os seguradores telefónicos praticam. O montante do prémio neste caso está directamente relacionado com a qualidade do produto e do serviço, estabelecendo-se uma relação de proporcionalidade. No caso dos operadores telefónicos de seguros, o preço é baixo e a qualidade do produto e do serviço não é das melhores. Por outro lado, o prémio do produto sugerido e aconselhado pelo mediador é um pouco mais elevado sem dúvida, mas a esse produto está associado uma qualidade de serviço claramente superior, que reconhecemos de imediato quando temos um sinistro. 

Termino com uma questão. Quando temos um sinistro, o que precisamos? Um serviço de qualidade superior, disponível e personalizado, ou de uma voz gravada que nos diz: “Ligue seis para outras opções?” 


JURISPRUDÊNCIA
 

Matéria cada vez mais tratada pela Jurisprudência o dano biológico assume uma importância crescente no âmbito das indemnizações a liquidar pelos seguradores aos lesados. Pela sua importância e actualidade, transcrevemos o sumário deste recente Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, sobre esta matéria. 

“1. O denominado dano biológico provocado no lesado num acidente de viação, é o dano in natura por ele sofrido, cuja repercussão o atinge quer em termos patrimoniais quer não patrimoniais.

2. Na incapacidade permanente parcial para o trabalho, o que o lesado perde é parte da sua capacidade para o trabalho.

3. É essa capacidade diminuída para o trabalho que é indemnizável, a apurar da mesma forma, independentemente de o lesado perder ou não rendimentos do trabalho, embora, neste último caso, se imponha, em termos de equidade, uma redução do montante a fixar.

4. Sendo a força de trabalho diminuída que se indemniza, deve atender-se ao tempo provável de vida activa do lesado cujo termo, actualmente, se deve considerar ser aos 70 anos.” 

Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 17.12.2009 – Processo n.º 340/03.7TBPNH.C1.S1 acessível in www.dgsi.pt

Artigo de João Valente Martins (www.joaovalentemartins.com)


NOTA: os sublinhados são nossos (seguramente.pt)

Sabia que já não é obrigado a ter os seus seguros de Vida e Multirriscos Habitação no seu banco?

Saturday, June 27th, 2009

 (Decreto-Lei n.º 171/2008, de 26 de Agosto)

Desde Fevereiro de 2009 que a Seguramente.pt tem disponível para os seus clientes, Seguros de Vida para Crédito Habitação com excelentes coberturas, preços imbatíveis e actualização automática de capitais (chamados seguros decreasing term life).

Junto com o Seguro Multirriscos habitação, poderá conseguir facilmente atingir uma poupança anual de até 60%.

Algumas das características:

1-  Os dois seguros juntos são praticamente imbatíveis.

2-  Seguro de Vida com possibilidade de prémio fixo durante todo o vida do empréstimo (para evitar os aumentos relacionados com a idade);

3-  Cobertura “Morte por Acidente de Circulação” gratuita

4-  Coberturas inovadoras: “Doenças Graves”, “Incapacidade Temporária” e “Desemprego”

5-  Adesões até aos 65 anos e permanência até aos 85 anos

6-  Adesão sem exames médicos (embora dependendo do resultado do questionário médico)

Simule o novo seguro AQUI

Governo impõe novas regras nos seguros do crédito à habitação

Saturday, June 27th, 2009

O Conselho de Ministros aprovou ontem um decreto-lei que estabelece novas regras para os contratos de seguros de vida associados ao crédito à habitação, mas que só se aplicará aos novos contratos.

O diploma impõe a obrigatoriedade de actualização do capital seguro, em simultâneo com a do capital em dívida, o que pode representar uma variação mensal do prémio, se não for acordado um outro prazo, possibilidade deixada em aberto pelo diploma.

A iniciativa legislativa é do secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Fernando Serrasqueiro, e pretende introduzir um modelo de actualização que proteja o cidadão, que muitas vezes paga o prémio por inteiro quando o capital em dívida já é diminuto.

Em declarações ao PÚBLICO, Serrasqueiro compara esta medida à actualização introduzida no seguro automóvel, iniciativa de José Sócrates, quando era secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro e tinha a pasta da Defesa do Consumidor.

Ao contrário de outras alterações ao crédito à habitação, que foram aplicadas aos contratos em vigor, este diploma só se aplicará aos novos contratos. A não retroactividade prende-se com o facto de a prática actual não poder ser considerada abusiva.

Actualmente, a prática difere de instituição para instituição. Há bancos que comunicam anualmente às segurados a evolução do montante em dívida e outras que não o fazem, ficando essa responsabilidade ao encargo do consumidor, que muitas vezes desconhece essa possibilidade.

O diploma, que terá de ser promulgado pelo Presidente da República, introduz novos deveres de informação pré-contratual e contratual para as instituições de crédito, entre os quais o de o consumidor ter o direito de escolher a seguradora e de poder dar em garantia um ou mais seguros de vida de que já seja titular.

No processo de consulta, a Deco, associação de defesa do consumidor, fez algumas sugestões que aparentemente não foram contempladas no diploma hoje aprovado. Em declarações ao PÚBLICO, Joaquim Rodrigues da Silva, jurista da Dinheiro e Direitos, disse que a medida é positiva, mas poderia ter sido aproveitada para clarificar vários aspectos dos seguros de vida, como alguma uniformização de linguagem, dando apenas o exemplo da distinção entre “invalidez total e permanente” e “invalidez absoluta e definitiva”, quando não é “total e definitiva”, conceitos que os consumidores não dominam, mas que são distintos nas coberturas do seguro.

O jurista lembra ainda a necessidade de legislar no sentido de definir um conteúdo mínimo dos seguros de vida, com maior clarificação das coberturas mínimas e de certas exclusões. Outra das reivindicações prende-se com o regime sanções, que obrigará o cidadão a recorrer aos tribunais ou a um julgado de paz sempre que pretender reclamar verbas cobradas indevidamente pela seguradora, quando isso deveria ter ficado consagrado.

O novo regime vai aplicar-se apenas aos novos contratos porque a prática actual não pode ser considerada abusiva.

Fonte: Jornal Público de 26/06/2009; Rosa Soares

Simule já para si um Seguro de Vida para o seu Crédito Habitação com actualização automática de capitais, disponível para os clientes da Seguramente.pt desde Fevereiro de 2009:

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